Emissão de NFS-e integrada ao financeiro da clínica, com 300 notas por mês incluídas.
Emissão de nota costuma ser tarefa acumulada: alguém separa os recebimentos, entra no portal da prefeitura, digita um a um e descobre divergência quando o mês já fechou.
O custo não é só o tempo. É o paciente que pede a nota dias depois, a conciliação que não bate e o risco de erro em cima de obrigação fiscal.
Quando a emissão nasce do próprio recebimento, esse acúmulo deixa de existir.
Dados da clínica, regime tributário, código de serviço e integração com o portal do seu município.
O recebimento registrado no financeiro gera a nota, sem redigitação.
Nota enviada ao paciente pelo canal combinado, com registro de envio.
Relatório do que foi emitido, do que falta e do que foi cancelado.
Depende do município — a emissão de NFS-e é municipal e varia bastante. A verificação da sua cidade é feita antes da contratação, não depois.
As excedentes são cobradas por nota, com valor destacado na proposta.
Funciona melhor com ele, porque a nota nasce do recebimento. Isoladamente, a emissão precisa de lançamento manual.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.