Reunião mensal de resultados com o painel na mesa, para sustentar o que o diagnóstico e os módulos deixaram em pé.
Todo projeto de consultoria termina com um plano. O que acontece com ele nos meses seguintes é o que separa clínica que mudou de clínica que pagou por um documento.
Sem um compromisso recorrente na agenda, o plano perde para o dia a dia — sempre. Não por falta de vontade do dono, mas porque o urgente chega todo dia e o importante não cobra.
O acompanhamento mensal existe para ser esse compromisso: uma data marcada em que alguém de fora senta, lê o número com você e pergunta o que não andou.
O painel é atualizado e lido com antecedência, para a hora da reunião ser de decisão, não de apuração.
Uma hora por mês: o que o número mostra, o que saiu do plano, o que trava e o que entra no mês seguinte.
Registro curto do que foi decidido, com responsável e prazo. É o que a reunião seguinte cobra.
Cadência e profundidade. O Essencial é mensal e acompanha. O Executivo é quinzenal, faz a gestão do plano de perto e entra nas decisões do mês — é para clínica com mudança grande em curso.
Seis meses. Abaixo disso não dá tempo de uma rotina de gestão pegar.
Não é obrigatório, mas o acompanhamento rende muito mais quando existe um plano para acompanhar.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.