Caixa compartilhada, distribuição entre atendentes, etiquetas e modelos de mensagem. O canal onde o paciente de fato fala com a clínica, com processo em volta.
Na maioria das clínicas particulares, o WhatsApp é o principal canal de entrada — e é o menos gerenciado de todos. A conversa vive no aparelho de uma pessoa, some quando ela sai de férias, e o dono não tem como saber o que foi respondido.
Quando alguém pede para ver como um paciente foi atendido, a resposta depende de alguém abrir o próprio celular. Quando o atendente sai da clínica, o histórico sai junto.
Não é problema de aplicativo. É de o canal mais importante da clínica nunca ter sido tratado como canal da clínica.
Um número da clínica, várias pessoas atendendo, histórico que pertence à clínica e não ao aparelho.
A conversa chega para quem está disponível, com dono definido para não ficar sem resposta nem receber duas.
Cada conversa classificada — primeiro contato, agendamento, retorno, cobrança — para dar para enxergar o volume por tipo.
Respostas prontas para as perguntas de sempre, que a atendente adapta em vez de digitar do zero.
Não necessariamente, e a migração é parte da implantação. O ponto é o número passar a ser da clínica, não de uma pessoa.
Porque o custo é da Meta, não nosso. Mensagem enviada por API oficial tem tarifa por conversa, e repassamos destacado em vez de embutir.
Dá, e é a combinação mais comum: a central cuida da conversa humana, as automações cuidam de confirmação, lembrete e retomada.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.