Réguas de confirmação, falta, reativação, pós-consulta e pedido de avaliação — disparadas pelo sistema, no momento combinado.
Existe uma lista de mensagens que toda clínica sabe que deveria mandar: confirmar a consulta, retomar quem faltou, lembrar o retorno, chamar quem sumiu há seis meses, perguntar como foi o atendimento.
E existe uma lista do que de fato é mandado, que é bem menor. A diferença não é desleixo — é que isso depende de alguém lembrar, todo dia, no meio do atendimento.
Régua automática resolve exatamente a parte que depende de memória, e devolve o tempo da recepção para a conversa que precisa de gente.
Que mensagem vai, para quem, quando e por qual canal. Régua mal desenhada vira spam, e paciente que bloqueia não volta.
As réguas entram no sistema ligadas aos eventos reais — agendamento feito, consulta realizada, falta registrada, tempo sem retorno.
Quantas foram enviadas, quantas foram respondidas e quantas viraram agendamento. Régua que não converte é ajustada ou desligada.
Texto, horário e frequência revisados com base na resposta real, não na intuição.
Fica, se for mal feito. Por isso as réguas tratam do que é operacional — confirmação, lembrete, retomada — e a conversa que exige gente continua com gente.
O opt-out é respeitado em todas as réguas, automaticamente, e fica registrado.
Tarifa da Meta por conversa iniciada. Repassamos destacado, e o volume estimado entra na proposta.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.