DRE gerencial, margem por serviço, fluxo de caixa e orçamento. A clínica para de olhar o saldo do banco e passa a olhar o resultado.
A maioria das clínicas particulares sabe quanto faturou e quanto tem no banco. Quase nenhuma sabe quanto sobra de cada serviço depois do custo do médico, da sala, do material e do tempo da recepção.
Sem isso, decisão de preço vira chute, decisão de portfólio vira preferência, e o dono descobre que um serviço dava prejuízo depois de dois anos oferecendo.
A diferença entre faturamento e resultado é onde mora quase toda a frustração de clínica que "fatura bem e não sobra".
Plano de contas gerencial, separação do que é da clínica e do que é do sócio, e classificação do que já aconteceu nos últimos meses.
O resultado mês a mês, com custo fixo, custo variável e margem de contribuição aparecendo separados.
Cada serviço com seu custo real — profissional, sala, material, tempo de agenda. É aqui que costuma aparecer a surpresa.
Projeção de caixa com os recebíveis reais, e orçamento para o período seguinte com metas por linha.
Não, e os dois trabalham juntos. O contador cuida da contabilidade fiscal, que atende ao fisco. O DRE gerencial atende à decisão do dono — são recortes diferentes dos mesmos fatos.
É o caso mais comum, e a primeira etapa do módulo é exatamente essa. Trabalhamos com extrato, agenda e o que existir.
Não é obrigatório. A consultoria funciona com planilha estruturada; o módulo entra quando a clínica quer parar de manter a planilha à mão.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.