Para grupos e redes: estrutura multiunidade, permissões avançadas, governança de dados e acordo de nível de serviço específico.
O que funciona para uma clínica deixa de funcionar quando são várias: cada unidade com sua realidade, uma liderança que precisa comparar e um corpo diretivo que precisa consolidar sem perder o detalhe.
Some-se a isso o que uma operação desse porte exige em acesso, auditoria e disponibilidade — e a conversa deixa de ser sobre módulo, passa a ser sobre arquitetura e contrato.
Como as unidades se organizam, o que é compartilhado e o que é isolado entre elas.
Permissões por papel e por unidade, trilha de auditoria e regras de acesso ao dado.
Visão consolidada para a direção, com a possibilidade de descer até a unidade.
SLA específico, condições de suporte e escopo de implantação definidos em proposta.
Porque o escopo varia demais entre operações desse porte — número de unidades, integrações existentes, exigências de governança. Preço fechado aqui seria chute.
Conforme o desenho. É uma das primeiras definições do projeto, e vale tanto para dado operacional quanto para indicador.
Atendemos, e é o caso mais comum. A avaliação de integração ou migração entra no escopo.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.