Mapeamento de dados, controle de acesso, documentação e capacitação da equipe. Com o jurídico entrando por parceiro quando o caso pede.
Clínica trabalha com a categoria mais sensível de dado pessoal que existe — dado de saúde. E convive com práticas que não resistem a uma reclamação: prontuário aberto na recepção, grupo de WhatsApp com nome de paciente, exame enviado para o número errado, ex-funcionário com acesso ativo.
A maioria dessas situações não vem de descuido grave. Vem de nunca ter sido desenhado quem acessa o quê, e do documento que não existe quando alguém pergunta.
Conformidade aqui não é pilha de papel. É um conjunto de práticas que a equipe consegue seguir, com registro de que foram seguidas.
Que dado pessoal a clínica trata, onde fica, por quanto tempo e com quem é compartilhado. É a base de tudo o que vem depois.
Quem acessa o quê, com que permissão, e o que acontece quando alguém sai. Revisão de contas ativas costuma render surpresa.
Registro das operações de tratamento, políticas, termos e o que precisa estar escrito para sustentar as escolhas feitas.
Treinamento da equipe nas situações reais do dia: o que fazer com exame no WhatsApp, com pedido de familiar, com solicitação de dado.
Não. O módulo trata do desenho prático e da documentação operacional. Parecer jurídico e contratos vão para advogado especializado, por parceiro, quando o caso exige.
Não dentro deste módulo. O encarregado de dados é um serviço recorrente oferecido à parte, via parceiro especializado.
Fica com o desenho, a documentação e a equipe treinada. Conformidade, porém, é prática contínua: depende de a clínica seguir o que foi desenhado.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.