Desenho da jornada, papel do cuidador, NPS e continuidade do cuidado — do primeiro contato ao retorno.
A clínica avalia a própria experiência pelo que acontece dentro da sala. O paciente avalia pelo todo: a demora para responder, a espera na recepção, a orientação que ele não entendeu, o retorno que ninguém marcou.
Em especialidades de acompanhamento longo, há ainda uma figura que quase nenhum processo enxerga: o familiar que agenda, acompanha e lembra do remédio. Quando a clínica não fala com ele, o cuidado se perde entre uma consulta e outra.
Experiência não é cortesia. É o conjunto de coisas que faz o paciente voltar — e voltar é o que sustenta clínica particular.
Todos os pontos de contato, do primeiro contato ao retorno, com o que o paciente vive em cada um. Inclui o que acontece entre consultas.
Quem acompanha, o que ele precisa saber e como a clínica fala com ele sem atropelar a relação médico-paciente.
NPS e pesquisa no momento certo, com volume que permita leitura, e um processo para o que vier de negativo.
Como o retorno é combinado, lembrado e remarcado, e o que acontece quando o paciente some.
Esbarra, e por isso o protocolo é a parte central do módulo: o que pode ser compartilhado, com quem, mediante qual autorização. O desenho respeita o sigilo em vez de contorná-lo.
Irrita quando é frequente demais, longo demais ou enviado na hora errada. O desenho da frequência e do momento é parte do trabalho.
Não. O app facilita a continuidade, mas a jornada pode ser redesenhada com os canais que a clínica já usa.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.