Importação, padronização e deduplicação da base que a clínica já tem.
A base de uma clínica em operação carrega anos de cadastro: o mesmo paciente em três registros, telefone sem DDD, nome com grafia diferente, campo que foi usado para outra coisa.
Importar isso como está transporta a bagunça para o sistema novo — e a clínica conclui, com razão, que não melhorou nada.
Migrar é mais limpar que transferir.
Retirada dos dados do sistema atual, no formato que ele permitir.
Telefone, nome, documento e endereço num padrão único.
Registros do mesmo paciente unificados, com critério definido e revisão dos casos duvidosos.
Conferência por amostra com a clínica antes de a base entrar em produção.
Avaliamos caso a caso. Quase sempre existe um caminho — exportação parcial, relatório ou acesso ao banco —, e dizemos antes se não existir.
Depende do formato de origem e das exigências de guarda. É uma das primeiras coisas avaliadas, porque muda o escopo.
De duas a quatro semanas, conforme o volume e o estado da base.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.