Mapa dos sistemas em uso, seleção do que fica, integrações e automações. Antes de comprar mais um software, entender o que já existe.
A clínica média acumulou sistemas por camadas: um para agenda, outro para prontuário, planilha para financeiro, WhatsApp pessoal para atendimento, e uma assinatura que ninguém lembra por que existe.
Eles não conversam entre si, então a mesma informação é digitada três vezes, e o relatório que o dono quer não existe em lugar nenhum porque depende de dois sistemas ao mesmo tempo.
A resposta raramente é comprar mais um. É decidir o que fica, o que sai e o que precisa conversar com o quê.
Todos os sistemas, quanto custam, quem usa de verdade e que informação vive em cada um. A conta somada costuma surpreender.
O que permanece, o que é substituído e o que simplesmente é cancelado.
Que informação precisa passar de um sistema para o outro, e por qual caminho — integração, importação ou processo manual bem definido.
Quais tarefas repetitivas podem sair da mão de alguém, começando pelas de maior volume e menor risco.
Quando ela for a melhor resposta, sim, e dizemos isso abertamente. Quando o sistema que a clínica já tem resolve, a recomendação é manter — trocar sistema tem custo alto e nem sempre compensa.
Entra, com critério: onde ela reduz trabalho repetitivo sem assumir decisão. Nada que envolva conduta clínica passa sem revisão de quem é responsável.
De quatro a seis semanas. É um dos módulos mais curtos, porque o trabalho é de decisão, não de implantação — a implantação vem depois.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.