Posicionamento, portfólio de serviços, metas e plano de expansão. A conversa que normalmente fica para depois, e que define o resto.
Clínica que cresce sem escolha definida cresce para todos os lados: abre uma especialidade porque apareceu um médico, aceita um convênio porque o volume estava baixo, monta um programa porque o concorrente montou.
Cada uma dessas decisões parece pequena sozinha. Juntas, viram uma clínica que faz muita coisa, não faz nenhuma excepcionalmente bem, e cujo dono não consegue explicar em uma frase por que um paciente deveria escolhê-la.
Estratégia aqui não é documento bonito. É um conjunto curto de escolhas sobre o que a clínica vai fazer melhor que todo mundo, para quem, e o que sai da mesa para isso caber.
Portfólio atual serviço a serviço: quanto cada um traz, quanto ocupa de agenda, que margem deixa. Quase sempre aparece serviço que dá trabalho e não paga.
Qual perfil a clínica atende melhor, qual chega mais barato e qual volta. Posicionamento sai daí, não de reunião de criação.
O que cresce, o que se mantém, o que sai. Cada escolha com o número que a sustenta e o que ela custa em agenda, equipe e caixa.
Metas por trimestre, responsáveis e os marcos de expansão — nova unidade, nova especialidade, novo programa — com as condições que precisam estar de pé antes.
Recomendamos. A estratégia parte dos números que o diagnóstico levanta; sem eles, as primeiras semanas deste módulo acabam levantando o mesmo.
Não. Trazemos as escolhas estruturadas, o número que sustenta cada uma e o que cada uma custa. A decisão é do dono — e é melhor que seja, porque quem executa é a clínica.
Serve, mas raramente é o primeiro módulo. Consultório pequeno costuma ganhar mais começando por atendimento e conversão, ou por precificação.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.