Papéis, metas, onboarding e rotina de gestão. A estrutura que faz a clínica funcionar quando o dono não está na sala.
Em clínica pequena e média, quase tudo passa pelo dono. Ele decide, aprova, lembra e cobra. Enquanto a clínica é pequena isso funciona; quando cresce, vira o teto.
A equipe, do outro lado, raramente tem claro o que se espera dela em número. Sabe-se que precisa "atender bem" — não quantos contatos devem ser respondidos, em quanto tempo, com que resultado.
Sem papel definido e sem rotina de gestão, a cobrança vira personalidade do dono: ora ausente, ora explosiva.
Quem faz o quê, com que autonomia e respondendo a quem. Inclui o que o dono deixa de fazer.
O que se espera de cada posição, em número, com periodicidade e forma de acompanhamento.
Como alguém novo entra e em quanto tempo opera sozinho — para a clínica parar de depender da memória de quem está há mais tempo.
Reunião semanal curta, reunião mensal de resultado, e o que se olha em cada uma.
Estruturamos o modelo e acompanhamos as primeiras rodadas. Quem avalia é a liderança da clínica.
Gera quando a meta é só volume. Por isso a estrutura mistura indicadores de resultado e de qualidade — e nenhuma meta de equipe se vincula a ato médico.
Serve, em versão enxuta. Com equipe pequena, o que mais rende é a rotina de gestão.
O check-up é gratuito e leva alguns minutos. Com ele na mesa, a proposta deixa de ser catálogo e passa a ser escopo.